


São Tomé o paraiso na terra. Local onde vi as paisagens mais belas e as pessoas mais fascinantes, nestes meus 27 anos de existência.
Vim daquela terra com a lágrima no olho e com uma certeza voltar.
O mar, areia, as estradas, a comida, as pessoas, aqueles olhares...
Agora tentando-me lembrar daquela semana parece um filme, lembro-me de cada dia, cada hora.
Este pequeno texto, escrevi-o dois após a vinda de São Tomé, uma tentativa de descrever por palavras o que os olhos e o paladar sentiram.
"E São Tomé ficarará para sempre na nossa memória…
Esta é uma terra de gente que espera, seja por melhores dias, e alguns suspiram mesmo por dias que passaram onde tinhas estradas, escolas, hospitais e em que sabiam pelo menos o seu papel numa sociedade que não era igualitária, mas que passou que também não o deixou de ser, antes pela cor da pele, agora por quem sabe gerir os seus interesses e que se aproveita de todas as fontes externas de dinheiro sem o canalizar para o que é preciso. Há aqui pessoas que não têm energia eléctrica à mais de 30 anos. Fome não existe pois basta estender a mão e fruta, peixe caem sem esforço no prato. Ao menos isso. Numa Africa tão afectada pela fome, pelo menos
aqui esse não é o problema, mas… Leve leve..
No dia 15 de Março de 2006 tivemos um almoço na Roça de D. João dos Angolares, para podermos ter a oportunidade de priva
r e provar a cozinha de São Tomé pelas mãos de João Carlos Silva. Foi no mínimo extraordinário, gustativamente e intelectualmente fantástico, estas três horas que levou o almoço e a conversa com o João levou-nos noutra viagem, pelos sabores e pelas palavra. Lusófono convicto partilha connosco as suas ideias de futuro, do passado fala-se com saudade da prosperidade mas não do domínio português. Pessoa de palavras fugazes ao inicio e de a custo se vão libertando quem sabe de um receio de libertar a espectacularidade da sua personalidade, deixa os seus pratos servidos por ele próprio falarem por si. Divino. No final, sentou-se à mesa connosco e falamos, de tudo um pouco, mas mais do futuro de São Tomé, o desejado e o esperado. A calma e passividade neste país não durarão muito, com o dinheiro brutal da exploração de petróleo a partir de 2007 trarão certamente mudanças, quais não se sabe, esperemos que sejam feitas em paz. Ficamos ansiosos por novos projectos seus, podendo contar connosco, são mais 3 pares de mãos prontos para a labuta. 

Independentemente do seu futuro, São Tomé ficará para sempre na nossa memória como uma terra de abundância de tudo, generosidade, acolhimento e tudo o mais que podem e devem fazer deste país um paraíso para as pessoas que nele vivem e não somente para quem o visita.
Levamos daqui muito mais do que trouxemos, por isso mesmo, obrigado São Tomé, obrigado.
Sentimos uma necessidade enorme de exprimir 1 pouco tudo o que sentimos nessa terra em esecial, por si. Sentimo-nos em casa e uma vontade de trabalhar de dar mais de nós a uma terra e gente que merece, e que merece uma oportunidade. "
Esta é uma terra de gente que espera, seja por melhores dias, e alguns suspiram mesmo por dias que passaram onde tinhas estradas, escolas, hospitais e em que sabiam pelo menos o seu papel numa sociedade que não era igualitária, mas que passou que também não o deixou de ser, antes pela cor da pele, agora por quem sabe gerir os seus interesses e que se aproveita de todas as fontes externas de dinheiro sem o canalizar para o que é preciso. Há aqui pessoas que não têm energia eléctrica à mais de 30 anos. Fome não existe pois basta estender a mão e fruta, peixe caem sem esforço no prato. Ao menos isso. Numa Africa tão afectada pela fome, pelo menos

No dia 15 de Março de 2006 tivemos um almoço na Roça de D. João dos Angolares, para podermos ter a oportunidade de priva




Independentemente do seu futuro, São Tomé ficará para sempre na nossa memória como uma terra de abundância de tudo, generosidade, acolhimento e tudo o mais que podem e devem fazer deste país um paraíso para as pessoas que nele vivem e não somente para quem o visita.
Levamos daqui muito mais do que trouxemos, por isso mesmo, obrigado São Tomé, obrigado.
Sentimos uma necessidade enorme de exprimir 1 pouco tudo o que sentimos nessa terra em esecial, por si. Sentimo-nos em casa e uma vontade de trabalhar de dar mais de nós a uma terra e gente que merece, e que merece uma oportunidade. "
Isto é apenas uma amostra de uma terra de oportunidades, mas claro que a viagem foi especial por poder partilha-la bcom duas amigas unicas na vida Carla e Carolina, espero poder partilhar mais voos com vocês..
1 comentário:
Tinhas que começar pelo melhor!!!lol
Quem sabe um dia terei o previlégio de viajar para esse lugar que te ficou preso ...à alma!
MIl beijinhos
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